A felicidade e as nossas escolhas por Pedro Wilson no #epicentro16
Capitão Fantástico é Fantástico!

Antes e Depois do Capitalismo.

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Antes do Capitalismo a galera ficava rica pilhando, saqueando, invadindo, estuprando, escravizando outras pessoas e outros povos. Depois do Capitalismo as pessoas ficam ricas servindo outras pessoas.

E se você acha que não é assim é porque você vive, convive, e trabalha para pessoas que aproveitam da Liberdade que o Capitalismo proporciona para detonar o sistema capitalista.

O Capitalismo não é sobre bancos, sistemas financeiros, políticos corruptos, especulações, oligopólios, monopólios, oligarquias, plutocracias, elites, blá blá blá. 

O Capitalismo é o sistema do POVO!. 

O Capitalismo é o "jogo" que permite a existência de milhões de pequenas e médias empresas. 

HOJE existem mais de 6 milhões de pequenas empresas somente no Brasil. 

Na era do d.pedro II e família, existiam negócios apenas para a turma ligada a família dos caras. 

Capitalismo significa Cérebro e não dinheiro.

Capitalismo é a Era do Cérebro.

Aqueles que pensam, criam, inventam, produzem, inovam, empreendem VÃO GANHAR DINHEIRO.

Aqueles que trabalham feito robôs, esperam recompensa por tempo de serviço ou qualquer coisa do tipo vão rodar.

O problema é... uma vez que essa ficha já caiu para milhões de pessoas... você tem hoje 156 pizzarias no seu bairro, 245 coachs morando no seu condomínio de 400 apartamentos, 1.234 pessoas se dizendo guru de marketing digital, 34.594 lojas de roupas femininas comprando e revendendo o mesmo produto do Bom Retiro, blá blá blá.

O desafio é... você TEM QUE APRENDER a falar com a mais ABSOLUTA CLAREZA sobre qual PROBLEMA EXATAMENTE você resolve para QUEM!!!

O QUÊ PARA QUEM!

O quê?

Para quem?

Você precisa me ajudar a entender como você REALMENTE se diferencia dos outros 4.564 concorrentes que você tem na sua comunidade!!!

Você consegue responder essa pergunta com a mais ABSOLUTA e CRISTALINA resposta?????

PENSA!

Afinal, você é um Capitalista de verdade ou mais um cara aproveitando uma oportunidade de mercado para ganhar dinheiro o mais rápido possível?

Capitalistas, LEVANTE-SE!!!

ARREBENTA!!!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

Ricardo Jordão Magalhães

Criador do BIZREVOLUTION e do EPICENTRO

ricardo@bizrevolution.com.br

Whatsapp (11) 98182-3629

Snapchat: Rickjordan69

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Comments

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Jordão, vc fala de algo que se assemelha muito mais ao socialismo democrático, algo bem mais recente e que une aspectos do capitalismo com princípios da Revolução Francesa.

O Capitalismo é muito mais antigo e, até hoje, é carne e unha de todas essas coisas ruins que vc menciona: corrupção, exploração de minorias, sistemas financeiros, etc.

Na prática ele se iniciou quando, com muita lentidão, inventaram a lavoura, mais de 5 mil anos atrás.

Já as ideias de roubar essa produção à noite, e, em contrapartida a de contratar um guardião, surgiram em dois palitos.

Nasceu então a primeira relação patrão-empregado, alguns dos quais passaram também a ajudar no cultivo e colheita. Problema é que, entre eles, havia amigos do ladrão, que fazia propostas interessantes para que fizessem vista grossa a seus roubos. E a corrupção se espalhou. O dono da lavoura buscou apoio de outros donos de lavoura, e severas punições a esses corruptos foram definidas, tendo, para isso, de contratar os fortões da região.

Uma das punições mais comuns era transformar o empregado em escravo, e o dono da lavoura percebeu que esse era um jeito muito conveniente de desenvolver a sua produção. Por isso, como ele era o próprio juiz, não raro fazia acusações injustas para aumentar o número de escravos. Ao mesmo tempo, no relacionamento com outros proprietários, descobriu que podia também estabelecer com eles um sistema de troca de produtos. Dessa forma, seus próprios produtos, que antes sobravam no campo e podiam ser distribuídos livremente entre amigos e empregados, passaram a ter muito valor de troca. Então, para aumentar a produção, reduziu a distribuição que servia como pagamento e atacou outras tribos com os fortões, arranjando mais escravos.

E os sistemas de controle da produção e exploração da mão de obra estavam inventados, dando origem ao Capitalismo.

As primeiras noções de democracia só surgiram com os gregos, 2500 anos depois e, mesmo assim, sem ser unanimidade entre eles e, muito menos, no resto do mundo.

Isso tudo, claro, é o chamado pré-capitalismo, para lembrar que a escravatura (que não morreu mesmo entre Gregos, na incipiente democracia) não teria sentido sem ele, período esse que se consolidou com os enormes acúmulos de capital na época de intensas migrações do campo para a cidade e das grandes navegações – as quais estenderam a cultura escravagista também para o novo mundo, incluindo aí o Brasil.

Adam Smith só surgiu uns 2000 anos depois de Aristóteles, o filósofo que, diante do dilema “Numa democracia os pobres tomarão tudo dos ricos”, pensava: “Vamos reduzir a desigualdade”. Já Smith partiu de raciocínio oposto: “vamos reduzir a democracia”.

E veio na sequência, em oposição a essa ideia, a Revolução Francesa, a primeira vez, de fato em que o valor da democracia passou a ser seriamente considerado, dentro dos conceitos expressos em Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Apesar disso, o que sempre prevaleceu foi o sistema de exploração dos semelhantes pelos detentores do capital. O que foge do quadrado é a Revolução Francesa, como princípio a outras ideologias que hoje se confrontam com os ideais capitalistas.

Os escravos de ontem são mantidos do jeito que nos dias de hoje é possível. Com a Globalização, inúmeras denúncias de condições semelhantes à escravidão têm sido denunciadas, não apenas em distantes ambientes rurais do Brasil, mas até sob o patrocínio das grifes mais modernas e sofisticadas, como Zara, Ecko, Gregory, Billabong, Brooksfield, etc. E o Brasil é só o 96º. no ranking da escravidão mundial. Multinacionais como WallMart, Apple, Firestone, Coca-Cola, Nike, etc. geralmente estão entre as mais citadas em denúncias. Sem falar nos sistemas não necessariamente vinculados a grandes marcas, como os trabalhos em minas de diamante ou de carvão, o de pornografia, o de abate e aprisionamento de animais silvestres, o de óleo de palma, etc. Escravidão com objetivos claros de acúmulo de capital com controle da produção e da mão de obra. Em outras palavras, capitalismo.

Esse artigo é uma verdadeira bronca naqueles que acham que o Capitalismo resume-se à dinheiro. Parabéns pela coragem de expor sua opinião. Assino embaixo.

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